Todos juntos pelo Brasil

 

13/05/2022

 

No sábado passado, finalmente aconteceu o que muita gente esperava (e que muitos outros duvidavam): o pré-lançamento da chapa presidencial Lula e Geraldo Alckmin.

Quem acompanhou lembra o lançamento da candidatura de Lula há exato vinte anos, na mesma capital paulista. Em 2002 o petista tinha “descoberto” um empresário minério chamado José Alencar, que acabou se tornando um valioso chamariz de votos além da esquerda clássica.

Naquele ano quem comandou a área de comunicação e marketing da campanha lulista foi o marqueteiro Duda Mendonça. O evento, no Palácio das Convenções do Anhembi, foi um show mega-produzido e pirotécnico, bem ao gosto do consagrado profissional baiano. Como o nosso amigo a turma da canhota venceu as eleições e ficou pouco mais de 13 anos comandando o país de maneira quase ininterrupta.

O lançamento ocorrido no ExpoCenter Norte, zona norte da capital, de nada lembrava a superprodução cênica de vinte anos, mas houve a preocupação de dar a mesma grandiosidade ao elance, como ocorreu há duas décadas. E, sintomaticamente, o verde e o amarelo foram as cores predominante, ao invés do tradicional vermelho, sempre associado aos movimentos de esquerda.

A chapa Lula-Alckmin terá o suporte político-eleitoral de nada menos que sete partidos: o próprio PT, o PSB, o qual ex-tucano se filiou para ser vice na chapa de Lula, o PCdoB, o PV, a Rede de Sustentabilidade e o Solidariedade. Esse consórcio supra-partidário já tem até um lema de campanha: “Todos juntos pelo Brasil”. A estratégia é clara: dar uma ideia da formação de frente ampla para derrotar o atual governo.

Atrás de uma imensa bandeira nacional o atual líder das pesquisas fez um discurso clássico: falando de tudo um pouco. E com uma novidade: desta vez não falou de improviso e leu um texto confeccionado a várias mãos. Assim evitou-se que o pré-candidato cometesse mais um deslize verba, como ter ocorrido nas últimas semanas.

Vitimado por covid-19 e portanto impedido de estar presencialmente, Geraldo Alckmin discursou via teleconferência. Mais comedido que o seu companheiro o ex-governador de São Paulo deu o seu recado ao justificar a superação de antigas divergências do passado e se unirem para enfrentarem uma das mais duras e importantes eleições da história de República do Brasil. 

Na plateia da diversidade de personagens políticos era evidente. No meio dos conhecidos militantes de esquerda (sejam de partidos ou de movimentos sociais) se juntaram políticos egressos de outras tendências políticas como o deputado Floriano Pesaro, tucano histórico que migrou para o PSB junto com Alckmin, e os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Otto Alencar (PSD-BA), que se destacaram na CPI da pandemia.

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